"Por que o imóvel segue como um dos ativos mais seguros e estratégicos do Brasil"
Reforma Tributária e investimentos: por que o imóvel segue como um dos ativos mais seguros e estratégicos do Brasil
Sempre que o Brasil passa por grandes mudanças econômicas ou tributárias, um movimento se repete: investidores ficam inseguros, ativos financeiros são reavaliados e a pergunta volta à mesa:
Onde proteger o patrimônio agora?
A Reforma Tributária reacendeu esse debate. Muitos investidores passaram a questionar se o imóvel perderia atratividade, se ficaria mais tributado ou se ativos financeiros e fundos seriam alternativas mais eficientes no novo cenário.
Essa dúvida é legítima.
Mas ela precisa ser analisada com história, dados, leitura jurídica e visão de longo prazo — e não apenas com manchetes ou percepções momentâneas.
Neste artigo e após mais de 30 anos no mercado imobiliário, vou analisar por que, mesmo em um cenário de Reforma Tributária, o imóvel segue como um dos ativos mais sólidos, previsíveis e estratégicos para o investidor brasileiro, especialmente quando aliado à renda de locação e à segurança jurídica.
________________________________________
Por que toda mudança tributária gera medo — e também oportunidades
Mudanças estruturais sempre geram insegurança.
O investidor, por natureza, busca previsibilidade. Quando as regras mudam, o primeiro impulso é a cautela.
O problema é que nem todo medo corresponde a um risco real.
Historicamente, grandes reformas no Brasil — sejam tributárias, jurídicas, monetárias ou regulatórias — afetaram de forma muito mais intensa ativos financeiros e estruturas intermediadas do que ativos reais, como imóveis.
Isso acontece por um motivo simples:
ativos financeiros dependem de regras, sistemas, intermediários e estruturas que podem mudar rapidamente, até mesmo a cada ano de eleição.
Já o imóvel depende essencialmente de registro, posse, demanda e função social — elementos muito mais estáveis no ordenamento jurídico brasileiro.
________________________________________
A Reforma Tributária torna o imóvel menos atrativo?
Essa é uma das principais objeções atuais — e também uma das mais equivocadas quando analisada com profundidade.
A Reforma Tributária não cria um imposto novo sobre a propriedade imobiliária.
O imóvel continua sujeito a tributos já conhecidos e historicamente incorporados ao custo do investimento, como IPTU, ITBI e imposto sobre ganho de capital em eventual venda.
Ou seja:
não há ruptura, confisco ou imprevisibilidade estrutural sobre a posse imobiliária.
Enquanto isso, produtos financeiros, fundos e investimentos intermediados estão muito mais expostos a:
• mudanças de regras de tributação sobre rendimento,
• alterações de tratamento fiscal,
• risco sistêmico de instituições,
• decisões regulatórias centralizadas.
É por isso que, em momentos de transição, investidores experientes tendem a reforçar posição em ativos reais, e não abandoná-los.
________________________________________
Ativos reais x ativos financeiros: o fator controle
Um ponto pouco discutido — mas essencial — na decisão de investir é o controle sobre o patrimônio.
Quando você investe por meio de fundos, produtos bancários ou estruturas financeiras:
• seu patrimônio depende da saúde de instituições,
• da gestão de terceiros,
• de regras que você não controla,
• de sistemas que podem falhar,
• e de decisões que não passam por você.
Já no investimento imobiliário:
• a propriedade e posse é sua,
• o registro é público e protegido,
• o controle jurídico é direto,
• a decisão de manter, vender ou alugar é exclusivamente do proprietário.
Essa diferença se torna ainda mais relevante quando o mercado atravessa momentos de instabilidade ou reorganização institucional.
________________________________________
O risco invisível dos investimentos intermediados
Nos últimos anos, o investidor brasileiro teve contato com episódios que reforçaram uma lição antiga:
rentabilidade não existe sem risco — e alguns riscos não aparecem no prospecto.
Estruturas financeiras funcionam muito bem enquanto o sistema opera normalmente.
Mas quando há problemas institucionais, falhas de governança, ilícitos ou eventos extremos, o investidor percebe que seu patrimônio estava mais distante do que imaginava.
O imóvel, por outro lado:
• não depende da solvência de um banco,
• não depende da gestão de um fundo,
• não depende da liquidez de um mercado secundário artificial.
Ele existe, gera renda e mantém valor independentemente do ambiente financeiro.
________________________________________
Dados históricos: imóveis renderam mais que o CDI no longo prazo
Quando analisamos o investimento imobiliário com dados históricos — e não apenas com percepções — o cenário fica ainda mais claro.
Pesquisas e estudos de longo prazo indicam que:
• Investir em imóveis nas últimas décadas gerou um retorno acumulado superior a 60?ima do CDI, considerando valorização patrimonial + renda de locação.
• Historicamente, no Brasil, a combinação imóvel + aluguel entrega retornos médios na ordem de 12% ao ano, com variações conforme região, tipo de imóvel e estratégia.
• Nos últimos anos o aluguel vem subindo 3x acima da inflação.
• Tudo isso com um diferencial decisivo: segurança jurídica incomparável, lastro real e previsibilidade no longo prazo.
Esses números explicam por que, mesmo com o crescimento de produtos financeiros, o imóvel nunca saiu da carteira dos grandes investidores patrimoniais.
________________________________________
Renda de locação: previsibilidade em tempos incertos
Outro ponto essencial no cenário atual é a renda recorrente.
Em períodos de transição econômica ou tributária:
• renda previsível vale mais do que promessas de alta rentabilidade,
• fluxo mensal reduz volatilidade do patrimônio,
• imóveis bem localizados mantêm demanda constante.
Regiões como Vila da Serra, Nova Lima e Zona Sul de Belo Horizonte exemplificam isso com clareza:
• alta demanda locatícia,
• perfil qualificado de inquilinos,
• imóveis com boa liquidez,
• valorização consistente ao longo do tempo.
O aluguel funciona como um amortecedor de risco, algo que poucos ativos conseguem oferecer, pois o valor do próprio imóvel continua valorizando ao longo do tempo.
________________________________________
Segurança jurídica: o pilar que sustenta o investimento imobiliário
Não existe investimento seguro sem segurança jurídica.
O imóvel se diferencia porque:
• está amparado por um sistema registral sólido,
• tem proteção constitucional à propriedade,
• possui regras claras de transmissão, uso e defesa,
• permite planejamento sucessório e patrimonial,
• oferece previsibilidade na relação contratual.
Essa base jurídica é o que transforma o imóvel em um ativo defensivo por excelência — especialmente em países com histórico de instabilidade econômica, como o Brasil.
________________________________________
O investidor experiente não busca o ativo mais rentável — busca o mais resiliente
Em momentos de mudança, o investidor amadurecido não pergunta apenas:
“Quanto rende?”
Ele pergunta:
• “Onde meu patrimônio estará mais protegido?”
• “Quanto controle eu tenho sobre esse ativo?”
• “Como ele se comporta quando as regras mudam?”
E, historicamente, o imóvel responde melhor a essas perguntas do que a maioria dos ativos disponíveis, inclusive frente a reforma tributária.
________________________________________
Onde investir: localização e critério continuam sendo decisivos
Não é qualquer imóvel que entrega bons resultados.
A estratégia faz toda a diferença.
Regiões consolidadas, com infraestrutura, demanda e perfil econômico definido — como Vila da Serra, Nova Lima e Zona Sul de BH — tendem a oferecer:
• maior estabilidade,
• menor vacância,
• melhor perfil de inquilinos,
• maior preservação de valor no longo prazo.
Investir bem é mais importante do que investir rápido.
________________________________________
Conclusão
A Reforma Tributária não enfraquece o investimento imobiliário.
Ela apenas reforça uma verdade antiga: ativos reais ganham relevância em momentos de transição.
Com dados históricos favoráveis, renda recorrente, controle direto, lastro físico e segurança jurídica, o imóvel segue como um dos pilares mais sólidos da construção patrimonial no Brasil.
Quer avaliar oportunidades imobiliárias seguras para investir agora?
Fale com a Fadel Invest Imóveis e conte com uma análise estratégica, jurídica e patrimonial para investir com segurança em Belo Horizonte ou Nova Lima/MG.
Aqui, investimento não é aposta.
É decisão técnica.
* Os preços e informações deste site estão sujeitos a alteração sem aviso prévio.
Usamos cookies para personalizar conteúdos e melhorar a sua experiência. Ao navegar neste site, você concorda com a nossa Política de Privacidade.